Dentro da nova comunidade dos restaurantes
Como os restaurantes podem transformar cozinhas, equipas e trabalho criativo em comunidades digitais com sentido.
Um restaurante produz num serviço mais material interessante do que a maioria das marcas junta num trimestre. Quase nada disso sai alguma vez do edifício.
As cozinhas que perceberam isto tratam a equipa como sendo a história: o ajudante que aprende a arranjar peixe, a pastelaria a testar uma massa folhada pela quarta semana seguida.
O produto nunca foi a receita. É a pessoa que a percebe.
Muda também as contratações. Os cozinheiros candidatam-se a cozinhas cujo trabalho já viram, e chegam a saber o nível antes do primeiro turno.
A comunidade que se forma à volta disto não é um canal de marketing. É uma segunda sala, aberta quando a sala de jantar não está.