O criador é o dono
Perfis independentes, públicos que o acompanham e conteúdo que pertence a quem o fez.
Estamos a construir a camada de identidade digital e de rendimento para quem está por trás da comida — de um balcão de três lugares em Quioto a uma padaria em Paris.
A comida é uma das poucas coisas que todas as culturas levam a sério, e quase nada chega à internet com o nome de quem a fez. Um prato viaja; a pessoa que levou anos a acertar nele não viaja com ele.
A Chef Fans existe para manter os dois juntos. Aqui uma receita tem um nome, uma cozinha por trás e uma forma de pagar a quem a escreveu — subscrição, compra avulsa, presente, aula, ou uma encomenda cozinhada e entregue. Noventa por cento do que quem lê paga chega a essa pessoa; a plataforma fica com dez.
Não somos um negócio de publicidade, e isso é de propósito. Nada de um feed afinado para o manter a deslizar, nada de uma receita enterrada sob novecentas palavras para caber um banner, e nada de vender o que lê. O produto é a relação entre quem cozinha e quem quer cozinhar.
A interface fala doze idiomas. As receitas ficam no idioma de quem as escreveu, indicado na página: um método traduzido por uma máquina é um método que ninguém verificou.
Perfis independentes, públicos que o acompanham e conteúdo que pertence a quem o fez.
O idioma e a região fazem parte do modelo de dados; não são um plugin acrescentado no terceiro ano.
Um perfil de cozinheiro é ao mesmo tempo uma página de criador e um percurso vivo e verificável.
Receitas, vagas, eventos e relações são entidades reais, com atribuição real.
Ofício, carreiras e cultura, escritos com calma.